“Rolezinho” no Mirante 9 de Julho

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Vira e mexe dou uma passadinha neste “novo” point de São Paulo: o Mirante 9 de Julho. Eu simplesmente caí de amores pelo lugar, que é uma mistura de café, espaço cultural, co working, bar, balada…

Por ser um “mirante”, o principal atrativo deveria ser a vista, mas, na minha humilde opinião, ela é parte de muitas outras coisas legais que você vai encontrar lá. A Avenida 9 de Julho é avistada logo que se chega ao local e é o cartão postal que se visualiza das janelas de vidro do Mirante.

A escadaria que dá acesso ao lugar já ficou abarrotada de gente, mas hoje é possível sentar ali e ver o sol se pôr tranquilamente. E, embora eu tenha dito que a vista não é o principal atrativo do lugar, o pôr do sol é digno de se admirar. 😊

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Mas o que dá charme ao lugar é a diversidade, principalmente de público, e a flexibilidade. Tem gente de todas as idades, estilos e tribos; e você pode ficar onde quiser para curtir o dia, um fim de tarde ou noite.

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Tem gente que senta na escadaria mesmo e fica ali por horas, batendo papo e bebendo; ou só batendo papo. Outros, como eu, preferem “lutar” pelas disputadas mesinhas com vista para a 9 de julho. Há ainda mesinhas espalhadas pelo espaço, banquinhos ao ar livre ou você pode simplesmente ficar em pé.

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Da última vez que estive lá, estava rolando uma “baladinha”. O lugar lotou, as músicas fizeram a galera dançar e foi uma delícia fazer um happy hour estendido ali. Uma surpresa gostosa que deixou a mim e aos meus amigos com vontade de voltar.

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Dica: a primeira vez que fui no Mirante foi logo após um passeio pela Paulista, num domingo de muito sol. Vale, então, super a pena caminhar pela Paulista primeiro, curtir todas as atrações que estão por lá, comer nos food trucks e, no final da tarde, parar no Mirante para ver o pôr do sol, tomar um café ou uma taça de vinho. Fiz isso e foi bom demais!

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Aliás, quase ia esquecendo de falar da cereja do bolo! Hehehehe
No Mirante tem um carrinho dos Los Mendozitos, com diferentes tipos de vinho. Eu adoro! E acho que foi por isso que me apaixonei por lá.

Los Mendozitos

Se eu fosse você, já programava uma passadinha no Mirante. Garanto que você não vai se arrepender. E, se passar, me conta como foi? 😉

O Mirante 9 de Julho fica na  R. Carlos Comenale, s/n – Bela Vista. Bem atrás do MASP.

De volta! E falando de essepê!

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E para não dizer que não falei de essepê, resolvi reativar o blog com um post sobre uma das coisas que eu adoro fazer: passear pelo centro de São Paulo.

Foram mais de dois anos sem passar por aqui. Mas, depois de ouvir de algumas pessoas que eu deveria escrever novamente no blog, e também da falta que isso me faz, resolvi voltar!

Quem me conhece sabe o quanto eu sou apaixonada pelo centro de São Paulo. Mesmo com todos os problemas da região, e a cracolândia é apenas um deles, eu adoro caminhar pelas ruas históricas da região central e apreciar os prédios.

Banespinha

A última vez que passeei por lá estava na companhia da minha amiga “gringa” Megan. Começamos o nosso tour pelo Anhangabaú, onde ela morava, em direção ao Mosteiro de São Bento. Foi a minha primeira vez dentro do Mosteiro e assistindo a uma apresentação de canto gregoriano. Que experiência!

Mosteiro

O encantamento começou já do lado de fora e se espalhou lá dentro do lugar sagrado. A arquitetura é deslumbrante. O teto é um show à parte! Mas o que torna o Mosteiro de São Bento tão especial é, sem dúvida, o concerto gregoriano. Ouvir os monges cantarem ao som do órgão é como se sentir parte da cena de um filme. Se você ainda não fez este passeio, faça!

A tradicional Missa dos Monges acontece todos os domingos, às 10h. E no último domingo do mês acontece um brunch, quando o Mosteiro abre as portas do refeitório, com as iguarias de sua padaria e a gastronomia de grandes Chefs de São Paulo. Este passeio já está na minha lista. 😊

Pateo

Encerrada a missa, demos um pulinho no Pateo do Colégio para um café. Lá tem o Museu José de Anchieta, mas acabamos não entrando, porque queríamos só tomar um cafezinho mesmo. E que delícia de café. Vale a pausa!

Solar

Nossa próxima parada foi no Solar da Marquesa de Santos, um casarão antigo e cheio de história. Construído no século XVIII, o imóvel já foi conhecido como Palacete do Carmo, uma das residências mais aristocráticas de São Paulo e que recebia dezenas de festas. Além de fazer uma viagem no tempo e de imaginar como o lugar deve ter sido majestoso, é possível conferir algumas exposições. Eu tinha uma vontade imensa de conhecer o Solar e a visita foi, de fato, uma delícia.

Beco

De lá passamos na Caixa Cultural, onde vimos algumas exposições bem interessantes, e caminhamos pela Praça da Sé, Viaduto do Chá, Teatro Municipal, encerrando o passeio no tradicional Bar Brahma, entre as famosas avenidas Ipiranga e São João – imortalizadas na música de Caetano Veloso. Nada mais paulistano do que terminar nosso tour ali.

Você pode estar se perguntando como eu tive coragem de me aventurar por uma região considerada degradada e perigosa. E eu te respondo que tive e sempre terei. Tomo algumas precauções, como não ficar dando bobeira com bolsa ou celular, estou sempre atenta à movimentação e sei onde posso e não posso ir. E digo mais:  o centro de SP é tão bonito quanto o de outros países. Poderia ser mais seguro? Sim! Poderia estar mais bem cuidado? Sim! Mas não é por isso que eu vou deixar de curtir minha cidade e descobrir novos lugares.

Megan

Fico muito feliz de ter me tornado amiga da Megan, a gringa mais brasileira que já conheci e que se tornou parceira das minhas andanças e brasilidades. Espero que você também encontre a sua “Megan”, saia de casa e vá descobrir e redescobrir a sua cidade.

Semana que vem tem mais post! Espero você!

NY, ainda mais linda e do alto, num passeio de bondinho

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Cenário de muitos filmes, NY sempre tem um lugar diferente e cheio de curiosidades para conhecer. Cena do filme Homem Aranha 1, o bondinho que que liga Manhattan a Roosevelt Island é mais uma destas surpresas.

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Eu nunca tinha ouvido falar, e você talvez não, mas garanto que você não vai se arrepender. É um passeio bem baratinho, rápido e encantador. E, além disso, vai garantir muitas fotos bonitas.

Não cheguei a ir até a Roosevelt Island, porque todos os comentários que tive a respeito é de que lá não tem nada interessante, mas o bondinho eu posso garantir que foi uma experiência bem legal. Ver NY de cima é fantástico. E, o melhor, você pode usar o seu Metrocard para fazer o trajeto de ida e volta.

A estação para pegar o bondinho fica na 59th com a 1st.

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Agora, deixo você com as lindas fotos que tirei quando estive lá, só para te dar uma pequena demonstração do que você vai encontrar!

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Conheça a Estátua da Liberdade via ferry gratuito ou pago

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Um dos passeios obrigatórios em Nova Iorque é, obviamente, a Estátua da Liberdade. Ela fica na parte de baixo da ilha, em Downtown. Você pode aproveitar para, mais uma vez, fazer dois passeios no mesmo dia, pois o ferry que leva até a Ellis Island, onde fica a Estátua, sai do Distrito Financeiro – conhecido por ruas como Wall Street e pelo famoso touro.

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Eu tive duas experiências com o monumento. A primeira, divertidíssima, foi logo quando cheguei aqui. Peguei um ferry gratuito para Staten Island e, durante o percurso, lá estava ela, bem ao longe, mas reinando absoluta. Consegui fazer algumas fotos legais, apesar da distância e de o céu não estar muito bonito, e me emocionei muito. Ao vê-la tão linda, me senti realmente em NY, lugar que eu tinha visto em dezenas de filmes. Foi incrível!

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A volta para Manhattan foi bastante engraçada. Como não há nada para fazer em Staten Island, as pessoas saem correndo para tentar pegar o mesmo ferry para voltar. E eu, que não sabia disso, quase fui atropelada, inclusive por alguns velhinhos…rs Mas logo percebi que também deveria correr.

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Se você quiser fazer este passeio, pode pegar o Staten Island Ferry, que sai do Whitehall Terminal em Manhattan. Para chegar lá é só pegar os metrôs da linha 1 (e desembarcar na estação South Ferry) ou da linha R (e desembarcar na estação Wthitehall St). Assim que você sair da estação já vai ver uma placa enorme escrito Staten Island Ferry. É só entrar, seguir as placas, pegar a fila e embarcar. Não precisa pagar nada. Também é possível pegar os metrôs J ou Z e andar um pouquinho pelas ruas do Distrito Financeiro.

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A segunda experiência foi um pouco estressante, mas muito recompensadora. Estressante porque, embora tivéssemos comprado os ingressos pela internet para não pegar fila, fomos à Ellis Island na pior época do ano: janeiro. Então, se você estiver por aqui neste período, apesar do frio que faz, se prepare para enfrentar filas, muitas filas. E não se assuste com o esquema fortíssimo de segurança. Você vai se sentir num aeroporto. Eu me irritei bastante, mas depois acabei entendendo que é para a minha própria segurança.

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Compramos o ingresso com acesso ao pedestal da estátua por $18. Aí, você já pode imaginar a vista que tivemos e as fotos que fizemos, né? Por isso foi recompensador. Ver a Estátua da Liberdade tão de perto e fazer as melhores fotos é impagável. No final, acabou valendo a pena o sofrimento.

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Se optar por conhecer o monumento neste formato, compre o ingresso antecipado pelo site Statue Cruises. Não perca a oportunidade de também visitar o museu da Estátua, que tem muita coisa interessante. Lá eu descobri que a cor original dela é bronze, e que a tonalidade verde é resultado da oxidação. Tem também moldes, fotos antigas, informações sobre a história e construção. Enfim, sugiro que você dê uma passadinha para conferir tudo.

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Na volta, dê uma caminhada pelo Battery Park – de lá se vê o mais bonito pôr-do-sol de NY – e pelas ruas do Distrito Financeiro. Passe a mãe no saco do touro (dizem que fazer isso atrai dinheiro) e tire fotos dos prédios. Você vai se sentir num filme.

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Espero que você goste da dica e continue acompanhando o blog. Fique à vontade para fazer sugestões e comentar. Vou adorar!

Hoje tem neve, muita neve!

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Hoje a neve resolveu cair com muita intensidade. Tudo por conta da Juno, uma das maiores tempestades de neve da história de Nova Iorque.

O Madison Square Park estava assim agora à tarde: lindo! Enquanto a tempestade não chega, meu amigo Renato Bello conseguiu fazer este vídeo para mostrar um pouquinho deste momento gelado, mas encantador.

Uma visita a White Plains e ao The Cheesecake Factory

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No último sábado fui conhecer o famoso The Cheesecake Factory, uma mistura de bar, restaurante e, obviamente, um paraíso dos cheesecakes.

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Se você for ficar em NY por mais de uma semana, super indico o passeio. Além da oportunidade de conhecer outra cidade, White Plains, você vai provar uma comida bastante saborosa, além de conhecer tão falado restaurante.

Ir a White Plains é bem fácil. Basta pegar um trem na belíssima estação Grand Central, que foi cenário de filmes como Os Intocáveis (1987), O casamento do meu melhor amigo (1997), Madagascar (2005) e Os Vingadores (2012). Só a passagem por ali já vale o passeio.

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Quando entrei lá a primeira vez, fiquei deslumbrada. O teto é uma obra de arte. A cobertura do edifício é um mural das constelações representado ao contrário e está baseada em um mapa do Renascimento italiano, que foi desenhado como se Deus estivesse olhando para baixo. Se grandcentralvocê quiser saber mais sobre a história da estação, que completou 100 anos em 2013, é só clicar aqui.

De lá saem os trens que fazem viagens mais longas, embora também seja possível fazer trajetos mais curtos. Para White Plains, via trem expresso, são apenas 38 minutos. E a passagem sai por $16 ida e volta, já com as taxas. O trem é bastante confortável, e a viagem foi tranquila. Ao chegar lá, pegue um dos táxis que ficam estacionados na saída da estação. Eles não têm taxímetro e rodam com preço fechado. Com a tip, ou gorjeta, inclusa, você vai gastar outros $16 para ir e voltar do restaurante.

No caminho até o The Cheesecake Factory, senti um clima de cidade do interior. Embora estivesse de noite, a sensação que eu tive foi de uma cidade pequena, mas com grandes empresas instaladas lá, como a Pepsi. Chegamos rápido ao restaurante, mas como o lugar é bastante concorrido, tivemos que esperar no bar por aproximadamente 30 minutos.

Todos os restaurantes da franquia têm o mesmo estilo, algo bem parecido com o Outback ou Applebee’s. São bonitos e aconchegantes, mas o serviço deixou um pouco a desejar. Fomos esquecidos pela hostess, que passou um casal na nossa frente. Após uma rápida conversa, a situação foi resolvida. Portanto, fique atento à fila de espera.

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Outro ponto para se observar é se os utensílios estão bem limpos. Como tudo é lavado em lavadoras, o resultado nem sempre é 100%. As taças que vieram para a nossa mesa estavam sujas e o garçom precisou trocar. Houve também algumas demoras, como quando pedimos um guardanapo porque não havia um sequer na nossa mesa.

Ressalvas feitas, a comida é o que faz o lugar valer a pena. Ainda no bar, provamos um aperitivo chamado Fried Mac & Cheese Balls, que estava realmente delicioso. Recomendadíssimo! Também tomamos mimosas. Embora esta seja uma bebida típica de brunch, eu tomo sempre que posso, pois me apaixonei…rs

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Na mesa, pedimos um sanduíche, também muito bom, que veio acompanhado de batatas fritas. Acabamos dividindo, pois os pratos são enormes e é imprescindível deixar espaço para o gigante, e maravilhoso, cheesecake. Provamos dois: lemon raspberry e chocolate tuxedo.

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Estavam tão bons, que fica difícil encontrar palavras para descrevê-los. Só o que eu posso dizer é: faça uma visitinha ao restaurante e prove um dos diversos sabores do cardápio. Tenho certeza de que você não vai se arrepender.

O resultado da noite foi uma experiência incrível de sabores, e também no bolso. Com taxas e tip, gastamos uns $50 por pessoa. Isso porque pedimos aperitivo, mimosas e uma garrafa de prosecco, além do sanduíche e dos cheesecakes. O cardápio do restaurante é bem variado e agrada a todos os gostos e bolsos. Tem salada, pizza, massas, sanduíches, burgers etc. O cheesecake custa em média $8 e a fatia é bem generosa!

Vá e aproveite! Yummy!

The High Line e Chelsea Market: dois passeios num só dia

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Fui no verão e voltei no inverno porque vale muito a pena uma passagem pelo The High Line. Se eu estivesse em SP, poderia dizer que é o nosso Minhocão, milhares de vezes mais bonito. Rs

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Mas, brincadeiras à parte, o The High Line é mesmo lindo! Com mais de 2 quilômetros de distância, a antiga linha férrea virou um parque suspenso depois da mobilização da comunidade local e está no lado oeste de Manhattan. Saiba mais sobre a história do parque.

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Ao caminhar, você vai passar por vários bairros e encontrar vistas para fotos incríveis. Também vai ver partes dos trilhos, muito verde e espaços de convivência: bancos, espreguiçadeiras e até uma espécie de arquibancada, estrategicamente posicionada para uma contemplação de Manhattan. Se decidir ir no inverno, não deixe de se agasalhar bem. Lá costuma ventar muito.

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São vários pontos de entrada e saída. Se você optar por sair pelo Meatpacking, sugiro que aproveite para dar uma passadinha no Chelsea Market. O Mercadão nova-iorquino tem restaurantes, sorveteiras e cafeterias, lojinhas com utensílios muitos legais e diferentes para quem gosta de cozinhar, artesanato e temperos, muitos temperos.

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Como tem muita opção de lugar para comer, de lagosta à italiano, vale almoçar ou jantar por lá. Eu almocei num restaurante italiano bem charmoso e gostoso chamado Rana.

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Está gostando das dicas? No próximo post tem muito mais! Continue me acompanhando! 🙂

Brooklyn Bridge Park: o meu lugar preferido em NY

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Vir a Nova Iorque e não conhecer o Brooklyn Bridge Park é um crime! Digo isso porque, além de estar localizado num bairro super gostoso, o DUMBO, o parque permite uma das mais belas visualizações do skyline nova iorquino e também um pequeno aperitivo da Estátua da Liberdade, mesmo que de longe.

Minha primeira passagem por lá foi bem no finalzinho do verão. Fazia um dia lindo de sol, calor e céu azul. Já no caminho do metrô para o parque, me encantei por DUMBO. Além de ter uma ótima vista da famosa ponte do Brooklyn, naquele dia, estava acontecendo um festival de artes. Então foi uma experiência muito bacana. Tinha música, artes, artesanato, foods trucks e muita gente caminhando pelas ruas.

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Ao chegar no parque, fui surpreendida por uma imagem incrível e inesquecível. Logo de cara me apaixonei e tive certeza de que aquele seria meu lugar preferido na amada NY. E isso se confirmou. De lá para cá, fiz vários passeios, mas o Brooklyn Bridge Park ficou muito marcado e é onde tenho sempre vontade de ir, mesmo no inverno.

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O parque é bem grande. Então, reserve um dia para fazer este passeio. Caminhe pelas ruas de DUMBO, faça muitas fotos do skyline e depois dê uma volta pelo parque. No verão, a área é invada por um verde lindo (no inverno, confesso que fica um pouco triste e sem cor). As pessoas deitam na grama para tomar sol ou apenas para ouvir música, conversar ou ler um livro. Também, com o visual sensacional deste lugar não é necessário mais nada.

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Você vai encontrar trilhas, uma praia e, o mais legal, um carrossel, onde adultos e crianças podem girar e se divertir como se estivessem num filme.

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Encerre o passeio comendo na Ignazio’s, uma pizzaria italiana onde eu experimentei a melhor pizza de Nova Iorque e que, portanto, faz a fila (sempre longa) valer a pena.

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Para chegar ou sair de lá, você tem duas opções. Se a temperatura estiver mais alta, vá de Ferry, assim você pode já pode aproveitar para tirar lindas fotos pelo caminho. Mas se for outono ou inverno, você tem a opção de pegar a Ferry fechada ou ir de metrô. A estação mais próxima é a York. E divirta-se!

Obamacare e o sistema de saúde nos EUA

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Recentemente, dois amigos adquiriram planos de saúde aqui em Nova Iorque a um preço bastante alto pelos benefícios oferecidos. A decisão deles se deve ao Obamacare, lei que exige que qualquer pessoa localizada nos Estados Unidos, americana ou estrangeira, deve aderir um plano de saúde, sob pena de uma multa de 95 dólares.

Eles vão pagar entre 300 e 450 para ter acesso a uma cobertura parcial, ou seja, toda consulta que fizerem terão que desembolsar a metade do valor, e no caso de uma cirurgia também terão que pagar uma parte.

Quando cheguei aqui, já sabia que a saúde americana era um problema. Para quem não sabe, não existe sistema público de saúde nos EUA, pelo contrário, os custos para qualquer tipo de tratamento são altíssimos.

Se você for atropelado, por exemplo, nem ouse chamar uma ambulância. O que acontece é que se você for de ambulância para o hospital e tiver quebrado uma perna, por exemplo, vai ser atendido, mas, antes de receber alta, pode sofrer um infarto com o custo da fatura. A ambulância é cobrada, assim como a internação e todos os cuidados que você teve no hospital.

Fui pesquisar na internet para entender como funciona o sistema americano e achei este artigo que vale a leitura, pois o assunto é bastante complexo. Mas o objetivo aqui é não só compartilhar com vocês um tema que é bastante polêmico, mas mostrar alguns pontos que não são tão favoráveis nos EUA.

Como brasileiros, temos a mania de achar que a grama do vizinho é mais verde, principalmente quando se trata de EUA. Mas observando algumas questões, como a saúde, vejo que nem tudo são flores. É claro que a saúde no Brasil não é um primor. Sabemos que os serviços públicos são de péssima qualidade e os pagos também têm suas deficiências, mas pelo menos o nosso SUS é universal, diferentemente daqui. Em breve, vou compartilhar com vocês outras questões que merecem ser observadas com atenção.

Venha se divertir em NY

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Mais do que fazer compras, NY é lugar para se divertir! Se tem uma coisa que AMO aqui é que a todo momento o meu lado lúdico vem à tona. A primeira demonstração disso foi no Halloween, quando pude como as pessoas se empenham para aproveitar a data. As fantasias são as mais criativas e as ruas viram um verdadeiro carnaval. Entrar no clima da festa não fica tão difícil com toda a energia que envolve a data.

Agora, com a aproximação do Natal, andar pelas ruas é outra história. Impossível não se encantar com a cidade toda iluminada e decorada, principalmente as vitrines das lojas, que são um show à parte. Toda vez que saio para fazer compras, fico deslumbrada com tanto capricho. São momentos em que me sinto uma criança novamente, parando várias vezes em frente a uma das lindíssimas vitrines da Macy’s, por exemplo, só para apreciar, e viajar, por alguns minutos. Fico tão encantada, que acho que meus olhos chegam até a brilhar.

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Outra experiência incrível foi conhecer a árvore de Natal do Rockefeller Center – realmente fantástica. Com mais de 45 mil lâmpadas, a árvore deste ano é um abeto norueguês de quase 26 metros de altura, que pesa 13 toneladas e tem em seu topo a tradicional estrela de Swarovski, uma joia de aproximadamente 250 kg e três metros de diâmetro, feita com 25 mil cristais. Se você estiver em NY até o dia 7 de janeiro, não pode deixar de conferir.

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E para virar criança de vez, vale uma visita à M&M’S World e à loja da LEGO. Sério, é impossível não se divertir nestes dois lugares. O colorido e a decoração das duas lojas mexem com a lado infantil da gente.


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Também soube que a FAO Schwarz, loja de brinquedos onde o Tom Hanks dança no piano no filme Quero ser grande, também é espetacular. Vou fazer uma visita em breve e conto para vocês.

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E você, está pronto para deixar seu lado criança falar mais alto em NY?